sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pipeline Masters começa com ondas de 5 metros e show de havaianos 09 de dezembro de 2011 • 10h14

fonte: http://esportes.terra.com.br/fotos/0,,OI180189-EI1137,00-Pipeline+Masters+comeca+com+ondas+de+metros+e+show+dos+havaianos.html
 Fotos: AFP




Um mar épico com séries de 4 a 5 metros em Banzai Pipeline abriu o Billabong Pipe Masters na quinta-feira de condições extremas para o surf no Hawaii.

O céu azul e a praia lotada completaram o cenário perfeito para o início do último desafio do ano no templo sagrado do esporte no North Shore da ilha de Oahu.

Os havaianos comandaram o espetáculo, com John John Florence surfando o primeiro tubo nota 10 e seus 18,06 pontos na segunda fase só não superando os 18,16 de Evan Valiere na rodada inicial. Eles foram os melhores do dia de ondas históricas no Hawaii.

Os donos da casa atropelaram os tops da elite que foram escalados nas duas primeiras fases do campeonato realizado com um formato diferente das outras etapas do ASP World Tour. É o único com 48 competidores, para haver uma maior participação de surfistas do Hawaii.

Dos 12 convidados da ilha, oito estrearam com vitórias na primeira fase. Destes, só dois não passaram também pelos pré-classificados que entraram na segunda das três rodadas de doze baterias, em que foram divididos todos os participantes. A avalanche havaiana agora vai pra cima dos top-12 do ranking unificado da ASP.

Os principais cabeças de chave só entram na terceira fase, que ficou para abrir a sexta-feira a partir das 8 horas no Hawaii, ou 4 da tarde pelo horário de verão de Brasília.

Além de Kelly Slater, Joel Parkinson, Owen Wright, Jordy Smith, entre outros, dois brasileiros fazem parte deste grupo que escapou de encarar as difíceis condições do primeiro dia em Banzai Pipeline gigante, os paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina.

O catarinense Alejo Muniz estava escalado na segunda bateria, mas acabou substituído pelo havaiano Kalani Chapman.

O Brasil não começou bem, com os quatro que entraram nas fases iniciais não passando das suas primeiras apresentações na etapa que fecha a temporada 2011 do ASP World Tour no Hawaii.

Com o título mundial conquistado por antecipação por Kelly Slater, a disputa principal no Billabong Pipe Masters era pelos últimos lugares na elite que vai iniciar o ASP World Title Race no ano que vem.

Este grupo será formado pelos 32 primeiros colocados no ranking unificado da ASP, após esta etapa que encerra o ano no Hawaii.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Brazucas na Mira

Por Redação Waves em 29/11/11 00:01 GMT-03:00

Um polémico texto publicado pelo site do jornal inglês The Independent aborda a "guerra" entre havaianos e brasileiros no North Shore de Oahu, Hawaii.

Com o título "Boys from Brazil stir up a surf war" (Garotos do Brasil atiçam guerra no surf), o jornalista Guy Adams levanta questões referentes ao localismo no inverno havaiano.

O big rider brasileiro Edison De Paula, que já presenciou várias cenas no North Shore, foi um dos entrevistados. "Um brasileiro pode ter cometido um erro na água ou ter sido muito agressivo. Ele pode até não ter feito nada errado, mas não importa. Ele vai ser punido", diz De Paula.
"Alguns havaianos, quando veem alguém rabeando um amigo querido, vão correr até ele na praia e bater. Em seguida, vão dizer pra deixar o North Shore e nunca mais voltar", continua Edison.

O jornalista acredita que as tensões entre havaianos e brasileiros tenham aumentado no Pipe Masters de 2007, quando Sunny Garcia agrediu Neco Padaratz no outside e voltou a partir pra cima do brasileiro na areia.

"Ninguém sabe exatamente quantas lutas eclodiram desde então. A polícia não mantem um registro e os moradores já perderam a conta. Mas, quando a temporada começa, dezenas de vídeos no Youtube e relatos de testemunhas oculares comprovam a xenofobia aos invasores do paraíso", escreve Guy Adams.
"O problema dos brasileiros é que a nossa cultura é bem diferente da cultura norte-americana", acredita De Paula, que, apesar de viver no Hawaii há duas décadas, afirma que não tem chance alguma de ser aceito como verdadeiro local.
"Quero dizer que os brasileiros são pessoas naturalmente felizes. Nós nos expressamos da maneira como nos comportamos e falamos, e às vezes dessa forma somos agressivos no oceano, e geralmente isso é mal interpretado. Somos naturalmente pessoas de voz alta e expressiva, isso chateia algumas pessoas".

Segundo o jornalista, os havaianos acusam os brasileiros ansiosos de frequentemente rabearem suas ondas ou pegar ondas de quem teria prioridade pelo posicionamento. Isso ocasiona colisões ou vacas, colocando os surfistas em perigo.

Ken Bradshaw, que não é havaiano mas tem moral na ilha, disse ao The Independent que os brasileiros são tão impopulares no Hawaii agora como eram os australianos na década de 70.

"Eles vêm aqui com uma atitude, mas não é a casa deles. Eles são convidados que entram em nossas casas, mas não mostram respeito", critica Bradshaw.

"Eu odeio soar racista, mas a realidade é que em qualquer outra cultura, os grupos que chegam afetam a segurança de pessoas que já estão lá", continua o surfista nascido no Texas.

"Os brasileiros aqui são como imigrantes asiáticos para o continente: eles criam pequenas Chinatowns (comunidades chinesas). Por isso, quero dizer que eles surfam juntos em grupos de 8 ou 10 pessoas. Eles querem dominar, querem ser o grupo mais agressivo na água. A maneira como eles se comportam pode parecer ofensiva", finaliza Ken Bradshaw.

Para concluir a reportagem, o The Independent entrevistou Kala Alexander, integrante do Wolfpak, grupo criado há quase uma década por jovens locais com fama de brigões.

O jornalista perguntou a Kala, que interpreta ele mesmo no filme Blue Crush - um local encrenqueiro - como ele lida com estrangeiros que o irritam na água. "Talvez eu reme na direção dele, fale pra sair ou tiro a cordinha. Mais tarde, se eu ou algum dos outros caras encontrá-lo, ele vai receber uma lição", avisa Alexander.

A reportagem não cita, mas os problemas envolvendo brasileiros e havaianos não são recentes. No final dos anos 80, um grupo com cerca de 40 brasileiros alugou quartos na famosa casa de Miss Millie em Rocky Point.

Havaianos furiosos cercaram a casa na tentativa de resolver no braço desentendimentos ocorridos no mar. Diante desta tentativa de intimidação, os brasileiros passaram várias dias sem sair de casa.

Ainda nos anos 70, a extinta revista Brasil Surf publicou uma reportagem sobre a presença de cariocas no Hawaii e o falecido Pepê Lopes relatava um caso de agressão sem sentido.

"Levei um soco no rosto quando remava de volta ao pico em Banzai Pipeline", dizia o legend, sexto lugar no Pipe Masters de 1976.
 
Fonte: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/brazucas-na-mira/50361

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Taylor Jensen é o campeão do Circuito Mundial de Longboard - Californiano leva o título mesmo perdendo a última etapa para Kai Sallas










Taylor Jensen é campeão mundial de longboard (Foto: ASP)
O californiano Taylor Jensen se consagrou campeão do Circuito Mundial de Longboard, neste domingo, em Andora, na Itália, mesmo perdendo a última etapa do campeonato para o havaiano Kai Sallas. Sallas venceu por 17.17 a 13.50 na bateria final. Como os resultados de Jensen foram melhores durante toda competição, ele levou a melhor e foi arrastado por seus amigos até o pódio.
Taylor estava ciente da importância de sua vitória em solo italiano e dedicou o título à cidade de Levanto, onde será a festa de comemoração, e às vítimas de recentes enchentes que devastaram a área antes do evento começar.

- Só de estar na Itália é incrível por si. É incrível ser campeão do mundo e o primeiro coroado aqui na Itália. Estou muito feliz com isso. É realmente especial a celebração em Levanto depois da tragédia. Voltar para lá é realmente importante. Será um momento muito especial – afirmou o campeão mundial.
Eduardo Bagé foi o melhor dos brasileiros que estavam na competição, conseguindo chegar às semifinais.
 
Resultados do ASP WLT Bear Pro apresentado por Jeep
Kai Sallas (HAW) 17.17 X Taylor Jensen (USA) 13.50
Semifinais
Heat 1: Kai Sallas (HAW) 16.17 X Eduardo Bage (BRA) 12.83
Heat 2: Taylor Jensen (USA) 14.66 X Tony Silvagni (USA) 10.37
Quartas de final
Heat 1: Eduardo Bage (BRA) 11.60 X Rodrigo Sphaier (BRA) 11.30
Heat 2: Kai Sallas (HAW) 15.67 X Damien Castera (FRA) 9.00
Heat 3: Taylor Jensen (USA) 13.24 X Amaro Matos (BRA) 8.70
Heat 4: Tony Silvagni (USA) 13.73 Def. Harley Ingleby (AUS) 10.00
Por GLOBOESPORTE.COM

Andora, Itália

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Alan Saulo vence o Florianópolis Pro Surfing 2011

 
Encerrou neste domingo a edição comemorativa de 20 anos do Florianópolis Pro Surfing 2011, válido também pelo Circuito Latino Americano de Surf Profissional, que pela primeira vez foi realizado em Santa Catarina, e reuniu 73 surfistas de seis paises numa competição muito disputada na paradisíaca Praia Mole durante este fim de semana.
Catarinense Cauê Wood é o melhor brasileiro ocupando a quinta posição
As condições do mar melhoraram em relação ao sádabo, e as ondas estavam na faixa de um metro com séries maiores e boa formação, proporcionando manobras iradas para o delírio da galera que compareceu as areais da Praia Mole. A competição foi bem disputada até a grande final do Florianópolis Pro Surfing 2011, que foi emocionante. A briga foi homem a homem entre o catarinense Guilherme Ferreira e o paraibano Alan Saulo. A liderança se alternou a cada onda surfada, e no final da bateria, restando um minuto para o término, Alan Saulo que liderava naquele momento vê Guilherme Ferreira achar uma última onda, que precisando de 6,50 para vencer. Finalizada a bateria, alguns minutos de expectativa para ser anunciado o resultado, deixou ambos apreensivos, mas saiu a nota e Guilherme acabou batendo na trave, fazendo 6,35 pontos, para alívio e alegria de Alan Saulo que foi grande campeão do Florianópolis Pro Surfing 2011. Alan venceu somando 12,97 pontos contra 12,80 pontos de Guilherme Ferreira.
“Este foi o evento da minha vida com certeza, ainda não caiu a ficha. Eu conversava com meus amigos antes das baterias, sempre na brincadeira dizendo que iria das altos aéreos, mas no fundo dizendo a verdade. Acabei passando o evento inteiro assim. O que me motivou muito foi a vitória em cima do Gustavo Araújo, que para mim, era o favorito do campeonato. No final da bateria o Guilherme pegou uma boa onda, mas eu fiquei tranquilo, eu já tinha feito o meu trabalho, e só restava deixar nas mãos dos juizes decidirem, e deu tudo certo, consegui vencer e estou muito feliz, agora é voltar pra casa e comemorar com a minha família e meus amigos”, declarou o paraibano muito empolgado com a segunda vitória no Circuito Latino Americano de Surf Profissional. Alan já havia vencido a etapa de San Bartolo no Peru e com mais está vitória sobe para décimo oitavo no ranking latino. O Florianópolis Pro Surfing 2011 distribuiu U$ 20.000 dólares de premiação e 6.000 pontos para o ranking do Circuito Latino Americano de Surf Profissional que encerra de 9 a 11 de dezembro, em Los Caracas na Venezuela, e define os campeões latinos da temporada 2011. Os recordes da competição foram do paulista Robson Santos, fazendo 9,33 pontos na melhor nota da competição, e 16,56 pontos com a maior somatória nas suas duas melhores ondas da primeira bateria do terceiro round da competição.
A liderança do ranking latino continua com o argentino Leandro Usuna somando 30.846 pontos, que chegou até as semifinais e acabou sendo derrotado pelo campeão Alan Saulo. O melhor brasileiro na circuito ainda é o catarinense Cauê Wood que ocupa a quinta colocação do ranking com 21.484 pontos.
A Fecasurf juntamente com o Salva Surf Brasil, agradecem a todos que contribuiram para a realização de mais um grande evento que nesta edição comemorou 20 anos de sucesso. “Primeiramente, é uma grande satisfação pessoal poder estar realizando este evento por 20 anos, e que tem uma hístoria muito legal com a cidade. Gostaria muito de agradecer todos os grandes parceiros e marcas de surfwear que fizeram parte de história de sucesso, principalmente ao Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, que sempre nos apoiaram muito”, declarou Bira Schauffert, organizador do evento.
“Espero ter saúde para continuar a realizar este projeto contando sempre com o apoio fundamental da Fecasurf. Fico muito feliz de poder estar aqui dividindo essa alegria com todos vocês”, completou Bira, muito feliz com mais um grande evento realizado.
O Florianópolis Pro Surfing 2011 é patrocinado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, Secretária de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, o apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Fundação Municipal de Esportes, Eco Village, e realização da Fecasurf juntamente com o Salva Surf Resgate, ALAS – Asociación Latino Americana de Surfistas Profesionales e ASPM - Associação de Surf da Praia Mole, com a promoção da Rádio Atlândida FM.
Resultado Florianópolis Pro Surfing 2011
1º - Alan Saulo (BRA-PB)
2º - Guilherme Ferreira (BRA-SC)
3º - Leandro Usuna (ARG)
3º - Alandreson Martins (BRA-BA)
5º - Alex Riberio (BRA-SP)
5º - Beto Mariano (BRA-SC)
5º - Gustavo Araújo (BRA-SP)
5º - Jeferson Duarte (BRA-SC)

Ranking ALAS – Categoria Open
1º - Leandro Usuna (ARG) 30.846 pontos
2º - Marcelo Rodriguez (ARG) 29.334
3º - Martin Passeri (ARG) 24.530
4º - Lucas Santamaria (ARG) 23.152
5º - Cauê Wood (BRA) 21.484
6º - Ernesto Nunes (BRA) 20.010
16º - Beto Mariano (BRA) 14.918
18º - Alan Saulo (BRA) 14.392

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mundial de stand-up paddle surf no Brasil

Pela primeira vez o Brasil sediou uma etapa do circuito mundial de stand-up paddle surf. O campeonato que leva a chancela da Waterman League – entidade que divulga e promove a cultura de esportes praticados no mar – aconteceu na praia de Maresias, litoral norte de São Paulo.

O Brasil foi representado por Leco Salazar, de Santos, pelo atleta local Carlos Bahia, pelos irmãos Caio e Ian Vaz, do Rio de Janeiro, por Alexandre Takeo “Magrinho”, de Garopaba, e por Renato Wanderley, de Santos, entre outros.

Carlos Bahia é um dos brasileiros que vêm se destacando bastante no esporte, tanto no país de origem quanto no cenário internacional. Magrinho participou de algumas etapas internacionais, obtendo bons resultados. Mas foram Renato Wanderley, Leco Salazar e o gaúcho Luis Saraiva que representaram o Brasil na final, que contava ainda com o havaiano Kai Lenny.

A bateria decisiva teve meia hora de duração, em que cada atleta podia surfar até oito ondas. O Kai mandou algumas manobras que só ele sabe fazer, mas caiu bastante e acabou sendo prejudicado por isso. O Leco foi favorecido pelas ondas um pouco maiores do que meio metro, sua especialidade, e ficou com título da etapa. Além disso, querendo ou não, quando você compete em seu país, o apoio da torcida conta muito. E a praia inteira torcia pelo Leco.

Mesmo assim, Kai garantiu o bicampeonato mundial do circuito, feito que até hoje só ele, que tem apenas 19 anos, conseguiu realizar – este ano ainda com uma etapa de antecedência. Na derradeira, que acontece no fim de novembro em Big Island, no Havaí, ele apenas cumprirá tabela.      

Além de coroar o campeão mundial, a perna do mundial de SUP em Maresias colabora ainda mais com o crescimento do esporte no país. A cada dia, mais empresas investem em atletas e no desenvolvimento de produtos. Agora é esperar pela próxima.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Primeira fase do Brasil Open de Surf começa com sol e boas ondas


Foram disputadas 24 baterias na etapa do Rio de Janeiro, que termina no domingo








Foi realizada nesta quinta-feira a primeira fase do Quiksilver Brasil Open de Surf, na Praia do Arpoador (no Rio de Janeiro). A espera pelo início do campeonato valeu a pena, pois o dia foi marcado por boas ondas e sol. As 24 baterias da primeira fase foram disputadas. A etapa carioca, que é seis estrelas no ASP World Tour, vai até o domingo.

Alguns dos destaques do dia foram os cearenses Arthur Silva e Michel Roque, que, mesmo com o experiente Vitor Ribas no páreo, se classificaram à próxima fase. "Que bom que eles adiaram o evento porque na quarta-feira as condições do mar não estavam boas. A expectativa era mesmo das ondas subirem e consegui achar duas legais para vencer a bateria. O Michel Roque é meu brother, companheiro de equipe e comemorei que passamos juntos", afirmou Arthur Silva.

Outra sensação da quinta-feira foi o norte-americano Ian Crane, de 18 anos. O jovem bateu o compatriota e calejado Tanner Gudauskas e não conteve o entusiasmo, principalmente por estar competindo na Cidade Maravilhosa. "Foi bem divertido. Ter vencido um cara como o Tanner foi fantástico, pois a bateria estava bem dura. Ele é bem mais experiente do que eu, vinha liderando a série, mas dei sorte na escolha da onda e consegui uma boa média. É minha primeira vez aqui no Brasil e no Rio de Janeiro. Estou curtindo muito a beleza da cidade", disse.





Fonte: http://www.superesportes.com.br/app/1,13/2011/10/20/noticia_maisesportes,199457/primeira-fase-do-brasil-open-de-surf-comeca-com-sol-e-boas-ondas.shtml 

terça-feira, 18 de outubro de 2011


Clique nos Links ao Lado e Confiram as Novas Coleções da HURLEY e URGH!

Surf: Kelly Slatter perto do 11º título mundial


Peniche – Disputa-se esta tarde de terça-feira os quartos-de-final do Rip Curl Pro Portugal 2011. Na praia de Supertubos, em Peniche, Kelly Slatter pode sagrar-se pela 11ª vez campeão mundial de surf.
O norte-americano Kelly Slater, dez vezes campeão do mundo, e os brasileiros Heitor Alves e Adriano de Souza estão entre os oito surfistas que vão disputar a vitória no Rip Curl Pro Portugal na praia de Supertubos em Peniche esta terça-feira.

Com as condições perfeitas de prova, a organização não perdeu tempo e já avançou para o round 4, e já está na água o primeiro heat, Taj Burrow (AUS), Damien Hobgood (USA) e Julian Wilson (AUS).

Quartos-de-final:

Heat 1: Taj Burrow (Austrália) e Julian Wilson (Austrália)
Heat 2: Kelly Slater (Estados Unidos) e Heitor Alves (Brasil)
Heat 3: Adriano de Souza (Brasil) e Michel Bourez (Taiti)
Heat 4: Joel Parkinson (Austrália) e Bede Durbidge (Austrália)
(c) PNN Portuguese News Network


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

                                                                        Wave Giant Clique Aqui.

                                                      Assista ao Vídeo com a Nova Coleção



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

HISTÓRIA DO SKATE




skate (pronuncia-se skêit) é um desporto inventado na Califórnia que consiste em deslizar sobre o solo e obstáculos equilibrando-se numa prancha, chamada shape (em inglês: deck), dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de "trucks". Com oskate executam-se manobras, com baixos a altos graus de dificuldade. No Brasil, o praticante de skate recebe o nome deskatista, enquanto que em Portugal chama-se skater. O skate é considerado um esporte radical, dado seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados.
Os skates eram muito primitivos, não possuiam nose nem tail, eram apenas uma tábua com quatro rodinhas. O crescimento do "surf no asfalto" se deu de uma maneira tão grande que muitos dos jovens da época se renderam ao novo esporte chamado skate. Surgiam então os primeiros skatistas da época.


Década de 1960

No início da década de 1960, os surfistas da Califórnia mais ou menos na cidade de Los Angeles queriam fazer das pranchas um divertimento também nas ruas, em uma época de marés baixas e seca na região. Inicialmente, a nova "maneira de surfar" foi chamada de sidewalk surf. Em1965, surgiram os primeiros campeonatos, mas o skate só ficou mais reconhecido uma década depois.

écada de 1970

Em 1973, o norte-americano Frank Nasworthy inventou as rodinhas de uretano, que revolucionaram o esporte. Um skate passou a pesar por volta de 2,5kg.
Por volta do ano 1975, um grupo de garotos revolucionou ainda mais o skate, realizando manobras do surf sobre ele. Esses garotos eram os lendários Z-Boys da também lendária equipe Zephyr. Essa equipe era de Venice, Califórnia, lugar o qual chamavam de Dogtown.
Em 1979,Alan Gelfand inventou o Ollie-Air, manobra com a qual os skatistas ultrapassam obstáculos elevados e é base de qualquer manobra. A partir disso, o skate nunca mais foi o mesmo. Essa manobra possibilitou uma abordagem inacreditavelmente infinita por parte dos skatistas. Não se pratica Street Style sem o domínio do Ollie-Air. Tom "Wally" Inouye também foi uma figura importante na história do skate na década de 70. Ele é mais conhecido pela assinatura de manobras como "wall rides" and "backside airs." Inouye começou IPS (Serviço de Piscina do Inouye) nos anos 70, e foi um dos primeiros skatistas de piscina.



Década de 1980

Na década de 1980, um dos revolucionários do esporte, principalmente na modalidade freestyle foi Rodney Mullen. George desenvolveu várias manobras como kickflip, heelflip, hardflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollieflip underflip, primo, reemo, varialflip, inward heelflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip, etc. Grande parte das atualmente é derivada destas manobras. Rodney foi diversas vezes campeão mundial, chegando a ser considerado o melhor e mais influente skatista do mundo na sua modalidade. Outro revolucionário, na modalidade Vertical, foi o mito Tony Hawk. Hawk inovou a maneira como os skatistas devem abordar o Half-Pipe, sempre procurando ultrapassar os limites de criatividade e dificuldade de execução das manobras.

Década de 1990

Nos anos 90, o carioca Bob Burnquist elaborou a última grande revolução no Skate: o Switchstance vertical. Essa é a técnica de se praticar Skate com a base trocada. Já era difundida na modalidade street, mas Bob foi o primeiro a popularizá-la na modalidade vertical. A partir daí, o Skate passou a não ter mais "lado", ou seja, não existe mais o lado da frente nem o lado de trás. As manobras realizadas com pé direito na frente do Skate, agora também são realizadas com o pé esquerdo na frente. Essa técnica quadruplicou o número de variações possíveis nas manobras. Para um skatista que deseja competir, é imprescindível o domínio de tal técnica.









HISTÓRIA DO SURF





surfe ou surf (do inglês surf) é uma prática desportiva marítimo, frequentemente considerada parte do grupo de atividades denominadas desportos radicais, dado o seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados ao acompanhar o movimento de uma onda do mar sobre uma prancha, denominada prancha de surfe, à medida que esta onda se desloca em direção à praia.



Não se sabe exatamente em que momento se deu a origem do surfe, sabe-se porém que esta prática de deslizar sobre as ondas há muito tempo já era praticada pelos povos polinésios, eles que povoaram praticamente todas as ilhas do oceano pacífico, além do litoral pacífico das américas. Os primeiros relatos do surfe dizem que este foi introduzido no Havaí pelo rei polinésio Tahíto. Outros relatos dão conta de que muito antes dos havaianos, antigos povos peruanos já se utilizavam de uma espécie de canoa, confeccionada de junco, para deslizar sobre as ondas. O primeiro relato concreto da existência do esporte foi feito pelo navegador James Cook, que descobriu o arquipélago do Havaí e viu os primeiros surfistas em ação. Utilizavam-se inicialmente pranchas de madeira confeccionadas para deslizar nas ondas, as pranchas eram fabricadas pelos próprios usuários que acreditava-se que ao fábricar sua própria prancha se transmitia todas as energias positivas nela e ao praticar o "esporte" se libertava das energias negativas, porem os primeiros praticantes desse esporte acreditavam que sua pratica seria na verdade um culto ao espírito do mar em sua cultura original.
Na época, o navegador gostou do esporte por se tratar de uma forma de relaxamento,
O reconhecimento mundial veio com o campeão olímpico de natação e pai do surfe moderno, o havaiano Duke Paoa Kahanamoku. Ao vencer os jogos de 1912, em Estocolmo, o atleta disse ser um surfista e passou a ser o maior divulgador do esporte no mundo. Com isso o arquipélago e os esportes passaram a ser reconhecidos internacionalmente.
Na década de 1950 o esporte popularizou-se na costa oeste dos E.U.A., tornando-se uma mania entre os jovens, principalmente nas praias do estado da Califórnia. Durante as décadas de 70 e 80 o esporte espalhou-se por todo o mundo, dando início ao profissionalismo e campeonatos tendo dinheiro como prêmio.
Austrália é o país com o maior número de campeões mundiais. A organização do campeonato mundial é responsabilidade da ASP Associação de Surfistas Profissionais.
O atual campeão mundial é o norte-americano Kelly Slater, que soma 10 campeonatos e é o surfista com mais títulos do circuito mundial.

No Brasil, as primeiras pranchas, então chamadas de "tábuas havaianas", chegaram pelas mãos de turistas e funcionários de companhias aéreas. Sabe-se que, no Brasil, o esporte foi desenvolvido e começado em Santos[1][2] com nomes como Thomas Rittscher JúniorMargot RittscherOsmar Gonçalves e João Roberto Suplicy Hafers.[3] Gonçalves era filho de um exportador de café bem-sucedido, que lhe trouxe dosE.U.A. uma revista chamada Popular Mechanic. Um dos artigos ensinava como fazer uma prancha. Foi o que Osmar fez com a ajuda dos amigos João Roberto Suplicy Haffers e Júlio Putz entre Dezembro de 1938 e Janeiro de 1939. A prancha tinha 3,60 metros e pesava oitentakg.
Em 1952, um grupo de cariocas, liderado por Paulo PreguiçaJorge Paulo Lehman e Irencyr Beltrão, começou a descer as ondas emCopacabana, com pranchas de madeirite. O esporte começava a popularizar-se. As primeiras pranchas de fibra de vidro, importadas daCalifórnia, só chegaram ao Brasil em 1964.
Em 15 de Julho de 1965, foi fundada a primeira entidade de surfe do país - a Associação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro. Esta organizou o primeiro campeonato em Outubro daquele ano. No entanto, o surfe só seria reconhecido como esporte pelo Conselho Nacional de Desportos em 1988. Em 1989, o shaper carioca Henry Lelot e amigos, fundaram a Feserj - Federação de Surfe do Estado do Rio de Janeiro - na época, a segunda Federação de Surfe do país. Atualmente, a entidades responsáveis pela organização no esporte no país são a Confederação Brasileira de Surfe (CBS) - filiada ao COB e há anos presidida pelo paranaense Juca de Barros, e a Associação Brasileira dos Surfistas Profissionais (ABRASP), sendo que o campeonato nacional denominado circuitoSuperSurfe.
Muitos recursos são utilizados para saber como estão as ondas, especialmente a internet , onde o surfista pode conferir ao vivo, através de sites especializados, as ondas de todo o litoral brasileiro e mesmo do exterior, através das câmeras nas praias.
Pode-se também conferir os mapas e gráficos de previsão de ondas, para se programar uma viagem para a prática do surfe, garantindo assim que a viagem seja proveitosa. Este recurso só foi possível com o advento da internet, no final do século 20, antes disso, os surfistas faziam as suas viagens para surfar frequentemente sem saber como estavam as condições do mar, muitas vezes se deparando com condições adversas à prática do surfe. Outras vezes os surfistas permaneciam por longos períodos nas praias de surfe, para poder assim esperar pelas condições favoráveis à prática do surfe, desta forma porém, muitas vezes não podiam realizar outras atividades, como trabalhar ou estudar, assim o surfista tinha a sua imagem muitas vezes associada a de um desocupado, ou vagabundo.
Com o advento da previsão das ondas, abriu-se um novo horizonte para a prática do esporte, fazendo com que o surfista pudesse programar a sua vida, tornando assim a sua viagem muito mais proveitosa, podendo realizar outras atividades úteis durante o período de espera das ondas, com o tempo a associação da prática do surfe com a vagabundagem foi desaparecendo.