segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A novíssima geração do Surf brasileiro

 Gabriel Medina venceu duas etapas do Circuito Mundial em 2011 Foto: ASP/Kirstin
 
Nos últimos anos o surf brasileiro tem visto uma explosão de novos talentos e resultados cada vez mais expressivos. Em 2011, quatro das onze etapas foram vencidas por brasileiros. E a expectativa de melhora desses resultados é cada vez maior. Além dos surfistas veteranos que já estão entre os melhores do mundo, o Brasil conta também com nomes promissores para as próximas temporadas.
O jovem Gabriel Medina é o grande fenômeno do surf atualmente. Gabriel já está na elite do surf mundial desde a metade da temporada 2011. Agora ele terá a oportunidade de participar do Tour desde o início, aumentando suas chances de conquistar o inédito título mundial para o Brasil. Apesar da juventude, Gabriel Medina se tornou uma influência para muitos surfistas novatos tanto brasileiros quanto estrangeiros.
Outro brasileiro que entrou na elite no meio da temporada 2011 foi Miguel Pupo, que participou das últimas cinco etapas do ano. Seu melhor resultado no ano passado foi um 9˚ lugar em San Francisco. Mas Miguel já iniciou 2012 com um título no Prime de Fernando de Noronha. Apesar de não ser uma das onze competições oficiais do calendário do circuito mundial, ela também conta pontos, o que faz com que Miguel seja o atual líder do ranking.
Quem também já venceu em 2012 foi Caio Ibelli, que recentemente conquistou o Mundial Pro Junior. Caio ainda não entrou no ranking, então terá que batalhar muito esse ano para poder conseguir uma vaga em 2013. Mas com apenas 18 anos de idade ele está confiante que tem a capacidade necessária para fazer parte da elite. Filipe Toledo também teve um bom resultado no Pro Junior, terminando a competição em quinto lugar.
Willian Cardoso, Thiago Camarão e Jesse Mendes também ainda não fazem parte do grupo dos 32 melhores surfistas do mundo, mas terminaram 2011 muito próximos da zona de corte. Willian e Thiago entram na nova temporada com "alternates". Caso algum dos surfistas da elite se lesione em uma das etapas, eles podem entrar em seu lugar. Se não houver nenhuma lesão, eles disputarão as etapas que servem como classificatórias para o Circuito Mundial ao lado de Jesse, Caio, Filipe e muitos outros para tentar conseguir uma vaga na elite no ano que vem.

 Miguel Pupo começou bem 2012 vencendo o Prime de Fernando de Noronha. | Crédito da imagem: ASP

 Gabriel Medina conquistu sua primeira vitória no Circuito Mundial em Signosse, França. | Crédito da imagem: ASP/Daniel Smorigo

Fonte: http://espn.estadao.com.br/surf/post/241708_A+NOVISSIMA+GERACAO+DO+SURF+BRASILEIRO

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Recanto das Ondas



Itamambuca

Por Aleko Stergiou em 09/01/12 03:58 GMT-03:00


A convite do Zecão, surfista das antigas, estou passando uma temporada em Ubatuba, mais precisamente na praia de Itamambuca, famosa pelas ondas dos grandes festivais e campeonatos de surf.

Estou por aqui para clicar as aulas do curso da Escola de Surf do Zecão, localizada no canto direito da praia.

Estarei por aqui durante todo o verão, fotografando os novos surfistas, como minha fliha de 4 anos ou pessoas como o senhor Benedito, que aos 83 anos provou o gostinho de deslizar nas ondas.

Mesmo sendo verão geralmente escasso de ondas no período das festas, um bom swell encostou pelo litoral e fez a alegria de surfistas comuns e profissionais.

De olho no mar praticamente o dia todo, cai na água para fazer alguns clics do freesurf que o internauta do Waves acompanha com exclusividade aqui nesta galeria de fotos.

O verão está bombando, com ondas, calor, praias lotadas e muitas gatas pelas areias

Confiram as próximas atualizações aqui no site Waves.
A equipe do site conta com o apoio e total estrutura da escola de surf do Zecão .

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pipeline Masters começa com ondas de 5 metros e show de havaianos 09 de dezembro de 2011 • 10h14

fonte: http://esportes.terra.com.br/fotos/0,,OI180189-EI1137,00-Pipeline+Masters+comeca+com+ondas+de+metros+e+show+dos+havaianos.html
 Fotos: AFP




Um mar épico com séries de 4 a 5 metros em Banzai Pipeline abriu o Billabong Pipe Masters na quinta-feira de condições extremas para o surf no Hawaii.

O céu azul e a praia lotada completaram o cenário perfeito para o início do último desafio do ano no templo sagrado do esporte no North Shore da ilha de Oahu.

Os havaianos comandaram o espetáculo, com John John Florence surfando o primeiro tubo nota 10 e seus 18,06 pontos na segunda fase só não superando os 18,16 de Evan Valiere na rodada inicial. Eles foram os melhores do dia de ondas históricas no Hawaii.

Os donos da casa atropelaram os tops da elite que foram escalados nas duas primeiras fases do campeonato realizado com um formato diferente das outras etapas do ASP World Tour. É o único com 48 competidores, para haver uma maior participação de surfistas do Hawaii.

Dos 12 convidados da ilha, oito estrearam com vitórias na primeira fase. Destes, só dois não passaram também pelos pré-classificados que entraram na segunda das três rodadas de doze baterias, em que foram divididos todos os participantes. A avalanche havaiana agora vai pra cima dos top-12 do ranking unificado da ASP.

Os principais cabeças de chave só entram na terceira fase, que ficou para abrir a sexta-feira a partir das 8 horas no Hawaii, ou 4 da tarde pelo horário de verão de Brasília.

Além de Kelly Slater, Joel Parkinson, Owen Wright, Jordy Smith, entre outros, dois brasileiros fazem parte deste grupo que escapou de encarar as difíceis condições do primeiro dia em Banzai Pipeline gigante, os paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina.

O catarinense Alejo Muniz estava escalado na segunda bateria, mas acabou substituído pelo havaiano Kalani Chapman.

O Brasil não começou bem, com os quatro que entraram nas fases iniciais não passando das suas primeiras apresentações na etapa que fecha a temporada 2011 do ASP World Tour no Hawaii.

Com o título mundial conquistado por antecipação por Kelly Slater, a disputa principal no Billabong Pipe Masters era pelos últimos lugares na elite que vai iniciar o ASP World Title Race no ano que vem.

Este grupo será formado pelos 32 primeiros colocados no ranking unificado da ASP, após esta etapa que encerra o ano no Hawaii.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Brazucas na Mira

Por Redação Waves em 29/11/11 00:01 GMT-03:00

Um polémico texto publicado pelo site do jornal inglês The Independent aborda a "guerra" entre havaianos e brasileiros no North Shore de Oahu, Hawaii.

Com o título "Boys from Brazil stir up a surf war" (Garotos do Brasil atiçam guerra no surf), o jornalista Guy Adams levanta questões referentes ao localismo no inverno havaiano.

O big rider brasileiro Edison De Paula, que já presenciou várias cenas no North Shore, foi um dos entrevistados. "Um brasileiro pode ter cometido um erro na água ou ter sido muito agressivo. Ele pode até não ter feito nada errado, mas não importa. Ele vai ser punido", diz De Paula.
"Alguns havaianos, quando veem alguém rabeando um amigo querido, vão correr até ele na praia e bater. Em seguida, vão dizer pra deixar o North Shore e nunca mais voltar", continua Edison.

O jornalista acredita que as tensões entre havaianos e brasileiros tenham aumentado no Pipe Masters de 2007, quando Sunny Garcia agrediu Neco Padaratz no outside e voltou a partir pra cima do brasileiro na areia.

"Ninguém sabe exatamente quantas lutas eclodiram desde então. A polícia não mantem um registro e os moradores já perderam a conta. Mas, quando a temporada começa, dezenas de vídeos no Youtube e relatos de testemunhas oculares comprovam a xenofobia aos invasores do paraíso", escreve Guy Adams.
"O problema dos brasileiros é que a nossa cultura é bem diferente da cultura norte-americana", acredita De Paula, que, apesar de viver no Hawaii há duas décadas, afirma que não tem chance alguma de ser aceito como verdadeiro local.
"Quero dizer que os brasileiros são pessoas naturalmente felizes. Nós nos expressamos da maneira como nos comportamos e falamos, e às vezes dessa forma somos agressivos no oceano, e geralmente isso é mal interpretado. Somos naturalmente pessoas de voz alta e expressiva, isso chateia algumas pessoas".

Segundo o jornalista, os havaianos acusam os brasileiros ansiosos de frequentemente rabearem suas ondas ou pegar ondas de quem teria prioridade pelo posicionamento. Isso ocasiona colisões ou vacas, colocando os surfistas em perigo.

Ken Bradshaw, que não é havaiano mas tem moral na ilha, disse ao The Independent que os brasileiros são tão impopulares no Hawaii agora como eram os australianos na década de 70.

"Eles vêm aqui com uma atitude, mas não é a casa deles. Eles são convidados que entram em nossas casas, mas não mostram respeito", critica Bradshaw.

"Eu odeio soar racista, mas a realidade é que em qualquer outra cultura, os grupos que chegam afetam a segurança de pessoas que já estão lá", continua o surfista nascido no Texas.

"Os brasileiros aqui são como imigrantes asiáticos para o continente: eles criam pequenas Chinatowns (comunidades chinesas). Por isso, quero dizer que eles surfam juntos em grupos de 8 ou 10 pessoas. Eles querem dominar, querem ser o grupo mais agressivo na água. A maneira como eles se comportam pode parecer ofensiva", finaliza Ken Bradshaw.

Para concluir a reportagem, o The Independent entrevistou Kala Alexander, integrante do Wolfpak, grupo criado há quase uma década por jovens locais com fama de brigões.

O jornalista perguntou a Kala, que interpreta ele mesmo no filme Blue Crush - um local encrenqueiro - como ele lida com estrangeiros que o irritam na água. "Talvez eu reme na direção dele, fale pra sair ou tiro a cordinha. Mais tarde, se eu ou algum dos outros caras encontrá-lo, ele vai receber uma lição", avisa Alexander.

A reportagem não cita, mas os problemas envolvendo brasileiros e havaianos não são recentes. No final dos anos 80, um grupo com cerca de 40 brasileiros alugou quartos na famosa casa de Miss Millie em Rocky Point.

Havaianos furiosos cercaram a casa na tentativa de resolver no braço desentendimentos ocorridos no mar. Diante desta tentativa de intimidação, os brasileiros passaram várias dias sem sair de casa.

Ainda nos anos 70, a extinta revista Brasil Surf publicou uma reportagem sobre a presença de cariocas no Hawaii e o falecido Pepê Lopes relatava um caso de agressão sem sentido.

"Levei um soco no rosto quando remava de volta ao pico em Banzai Pipeline", dizia o legend, sexto lugar no Pipe Masters de 1976.
 
Fonte: http://waves.terra.com.br/surf/noticia/brazucas-na-mira/50361

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Taylor Jensen é o campeão do Circuito Mundial de Longboard - Californiano leva o título mesmo perdendo a última etapa para Kai Sallas










Taylor Jensen é campeão mundial de longboard (Foto: ASP)
O californiano Taylor Jensen se consagrou campeão do Circuito Mundial de Longboard, neste domingo, em Andora, na Itália, mesmo perdendo a última etapa do campeonato para o havaiano Kai Sallas. Sallas venceu por 17.17 a 13.50 na bateria final. Como os resultados de Jensen foram melhores durante toda competição, ele levou a melhor e foi arrastado por seus amigos até o pódio.
Taylor estava ciente da importância de sua vitória em solo italiano e dedicou o título à cidade de Levanto, onde será a festa de comemoração, e às vítimas de recentes enchentes que devastaram a área antes do evento começar.

- Só de estar na Itália é incrível por si. É incrível ser campeão do mundo e o primeiro coroado aqui na Itália. Estou muito feliz com isso. É realmente especial a celebração em Levanto depois da tragédia. Voltar para lá é realmente importante. Será um momento muito especial – afirmou o campeão mundial.
Eduardo Bagé foi o melhor dos brasileiros que estavam na competição, conseguindo chegar às semifinais.
 
Resultados do ASP WLT Bear Pro apresentado por Jeep
Kai Sallas (HAW) 17.17 X Taylor Jensen (USA) 13.50
Semifinais
Heat 1: Kai Sallas (HAW) 16.17 X Eduardo Bage (BRA) 12.83
Heat 2: Taylor Jensen (USA) 14.66 X Tony Silvagni (USA) 10.37
Quartas de final
Heat 1: Eduardo Bage (BRA) 11.60 X Rodrigo Sphaier (BRA) 11.30
Heat 2: Kai Sallas (HAW) 15.67 X Damien Castera (FRA) 9.00
Heat 3: Taylor Jensen (USA) 13.24 X Amaro Matos (BRA) 8.70
Heat 4: Tony Silvagni (USA) 13.73 Def. Harley Ingleby (AUS) 10.00
Por GLOBOESPORTE.COM

Andora, Itália

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Alan Saulo vence o Florianópolis Pro Surfing 2011

 
Encerrou neste domingo a edição comemorativa de 20 anos do Florianópolis Pro Surfing 2011, válido também pelo Circuito Latino Americano de Surf Profissional, que pela primeira vez foi realizado em Santa Catarina, e reuniu 73 surfistas de seis paises numa competição muito disputada na paradisíaca Praia Mole durante este fim de semana.
Catarinense Cauê Wood é o melhor brasileiro ocupando a quinta posição
As condições do mar melhoraram em relação ao sádabo, e as ondas estavam na faixa de um metro com séries maiores e boa formação, proporcionando manobras iradas para o delírio da galera que compareceu as areais da Praia Mole. A competição foi bem disputada até a grande final do Florianópolis Pro Surfing 2011, que foi emocionante. A briga foi homem a homem entre o catarinense Guilherme Ferreira e o paraibano Alan Saulo. A liderança se alternou a cada onda surfada, e no final da bateria, restando um minuto para o término, Alan Saulo que liderava naquele momento vê Guilherme Ferreira achar uma última onda, que precisando de 6,50 para vencer. Finalizada a bateria, alguns minutos de expectativa para ser anunciado o resultado, deixou ambos apreensivos, mas saiu a nota e Guilherme acabou batendo na trave, fazendo 6,35 pontos, para alívio e alegria de Alan Saulo que foi grande campeão do Florianópolis Pro Surfing 2011. Alan venceu somando 12,97 pontos contra 12,80 pontos de Guilherme Ferreira.
“Este foi o evento da minha vida com certeza, ainda não caiu a ficha. Eu conversava com meus amigos antes das baterias, sempre na brincadeira dizendo que iria das altos aéreos, mas no fundo dizendo a verdade. Acabei passando o evento inteiro assim. O que me motivou muito foi a vitória em cima do Gustavo Araújo, que para mim, era o favorito do campeonato. No final da bateria o Guilherme pegou uma boa onda, mas eu fiquei tranquilo, eu já tinha feito o meu trabalho, e só restava deixar nas mãos dos juizes decidirem, e deu tudo certo, consegui vencer e estou muito feliz, agora é voltar pra casa e comemorar com a minha família e meus amigos”, declarou o paraibano muito empolgado com a segunda vitória no Circuito Latino Americano de Surf Profissional. Alan já havia vencido a etapa de San Bartolo no Peru e com mais está vitória sobe para décimo oitavo no ranking latino. O Florianópolis Pro Surfing 2011 distribuiu U$ 20.000 dólares de premiação e 6.000 pontos para o ranking do Circuito Latino Americano de Surf Profissional que encerra de 9 a 11 de dezembro, em Los Caracas na Venezuela, e define os campeões latinos da temporada 2011. Os recordes da competição foram do paulista Robson Santos, fazendo 9,33 pontos na melhor nota da competição, e 16,56 pontos com a maior somatória nas suas duas melhores ondas da primeira bateria do terceiro round da competição.
A liderança do ranking latino continua com o argentino Leandro Usuna somando 30.846 pontos, que chegou até as semifinais e acabou sendo derrotado pelo campeão Alan Saulo. O melhor brasileiro na circuito ainda é o catarinense Cauê Wood que ocupa a quinta colocação do ranking com 21.484 pontos.
A Fecasurf juntamente com o Salva Surf Brasil, agradecem a todos que contribuiram para a realização de mais um grande evento que nesta edição comemorou 20 anos de sucesso. “Primeiramente, é uma grande satisfação pessoal poder estar realizando este evento por 20 anos, e que tem uma hístoria muito legal com a cidade. Gostaria muito de agradecer todos os grandes parceiros e marcas de surfwear que fizeram parte de história de sucesso, principalmente ao Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, que sempre nos apoiaram muito”, declarou Bira Schauffert, organizador do evento.
“Espero ter saúde para continuar a realizar este projeto contando sempre com o apoio fundamental da Fecasurf. Fico muito feliz de poder estar aqui dividindo essa alegria com todos vocês”, completou Bira, muito feliz com mais um grande evento realizado.
O Florianópolis Pro Surfing 2011 é patrocinado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, Secretária de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, o apoio da Prefeitura Municipal de Florianópolis, Fundação Municipal de Esportes, Eco Village, e realização da Fecasurf juntamente com o Salva Surf Resgate, ALAS – Asociación Latino Americana de Surfistas Profesionales e ASPM - Associação de Surf da Praia Mole, com a promoção da Rádio Atlândida FM.
Resultado Florianópolis Pro Surfing 2011
1º - Alan Saulo (BRA-PB)
2º - Guilherme Ferreira (BRA-SC)
3º - Leandro Usuna (ARG)
3º - Alandreson Martins (BRA-BA)
5º - Alex Riberio (BRA-SP)
5º - Beto Mariano (BRA-SC)
5º - Gustavo Araújo (BRA-SP)
5º - Jeferson Duarte (BRA-SC)

Ranking ALAS – Categoria Open
1º - Leandro Usuna (ARG) 30.846 pontos
2º - Marcelo Rodriguez (ARG) 29.334
3º - Martin Passeri (ARG) 24.530
4º - Lucas Santamaria (ARG) 23.152
5º - Cauê Wood (BRA) 21.484
6º - Ernesto Nunes (BRA) 20.010
16º - Beto Mariano (BRA) 14.918
18º - Alan Saulo (BRA) 14.392